O ministro da Fazenda, Guido Mantega, reforçou nesta quinta-feira que a posição do governo é vetar as mudanças na Previdência, aprovadas nesta semana na Câmara dos Deputados, quando os parlamentares derrubaram o fator previdenciário, na Comissão de Constituição e Justiça.
“A linha do governo, dependendo da matéria, será vetar quando prejudica as contas públicas”. O ministro enfatizou que o projeto só foi aprovado na comissão e não no plenário da Câmara.
Sobre como o governo encara o assunto, já que ainda está em discussão, o ministro afirmou que a preocupação existe quando se trata de gastos públicos.
O ministro reúne-se neste momento com os cantores Raimundo Fagner, Sandra de Sá e parlamentares para discutir a proposta que pretende reduzir o Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS), estadual, e PIS/Confins sobre a produção musical.
Ao chegar para o encontro com Mantega, Fagner comentou: "A importância é que os impostos sejam baixados e a gente possa concorrer diretamente com a pirataria. A gente também vai baixar a bola das gravadoras, que têm muitos encargos e deixam o preço dos produtos alto".
Dispensando outras exigências a exemplo do fator previdenciário, pelo valor e período de contribuição, a previdência da iniciativa privada jamais poderia estar ‘quebrada’, sequer passando por quaisquer dificuldades financeiras por fatores externos como alegam, mas, não demonstram. A exemplo da transição demográfica. Como cabal, fatual e numericamente demonstrado no livro digital intitulado “Previdência Social” São os aposentados públicos federais, estaduais e municipais – sobretudo nos mais altos públicos escalões - que, há décadas, vêm quebrando a brasileira economia. Enquanto não implantarem profundas reformas na previdência do setor público - como outras economias conscientes vêm fazendo –, principiando pela substancial redução de funcionários públicos, serão todos os aposentados da iniciativa privada, especialmente os arruinados aposentados da classe média, que continuarão os amamentando e desembolsando essa salgada e impagável conta. Eng. Pedro P. Kudlinski (MBA) www.insiter.adm.br