Minas Brasil Política Economia Esportes Internacional Cultura

novojornal .: Internacional .: Notícia Publicado em 09/03/2010 às 15:07:31

Bachelet mantém popularidade de 84% após tremor no Chile
Levantamento foi feito entre os dias três e seis de março e foi apresentado a dois dias de a líder chilena passar o cargo ao sucessor

 Confira também

Lei de imigração vigora no Arizona sem pontos polêmicos

Colombia proporá rendição de rebeldes na Venezuela

Obama envia condolências por acidente aéreo no Paquistão

Hamas proíbe peças íntimas em vitrines de lojas em Gaza

Justiça bloqueia partes de lei de imigração do Arizona

  Interação

Imprimir
Enviar por e-mail
Delicious
Digg
Google bookmarks
Reddit
Windows live
Yahoo my web

Da BBC Brasil

Uma pesquisa de opinião divulgada nesta terça-feira (9) indica que a presidente do Chile, Michelle Bachelet, manteve 84% de aprovação popular após o terremoto de 8,8 graus de magnitude que atingiu o país no dia 27 de fevereiro.

O levantamento do instituto Adimark Gfk foi feito entre os dias três e seis de março e foi apresentado a dois dias de a líder chilena passar o cargo ao sucessor, o presidente eleito Sebastián Piñera.

Pesquisa anterior realizada pela mesma empresa, no dia 24 de fevereiro, três dias antes do desastre, apontou que Bachelet tinha o mesmo índice de aprovação.

"A hecatombe que atingiu o país não abalou a imagem da presidente", diz o estudo.

Saques

Na reta final do seu mandato, Bachelet, que é médica, visitou os feridos pelo terremoto e tsunamis nos hospitais, percorreu as áreas devastadas pelo desastre e foi aplaudida pelos populares.

O instituto de pesquisa indicou que a presidente tem maior aprovação nas camadas mais pobres e maior reprovação no setor mais alto da sociedade, definido como ABC1.

De acordo com a pesquisa, 75% aprovaram a "a ação do governo na hora da emergência". Ao mesmo tempo, o controle da delinqüência, após o desastre, teve 35% de aprovação e 59% de reprovação.

Logo depois do terremoto ocorreu uma onda de saques a supermercados e lojas em regiões afetadas.

Bachelet foi então acusada por analistas, opositores e pela imprensa local de ter demorado em acionar as Forças Armadas.

Na segunda-feira, num discurso numa das áreas destruídas, ela disse que "Nós (o governo) fizemos de tudo para que vocês fossem atendidos o mais rapidamente possível, inclusive contando com a ajuda das nossas Forças Armadas".

Bachelet também tem reiterado que os saqueadores serão "castigados com a força da lei".

Nos últimos dois dias, a polícia militar e o Exército recuperaram cerca de US$ 3 milhões em produtos que tinham sido saqueados na cidade de Concepción, a segunda maior do país e uma das devastadas pelo desastre.
 

 

Comentário(s) comentar

Seja o primeiro a comentar esta notícia!

Novo Jornal - 2010. Todos os direitos reservados.
anuncie | quem somos | fale conosco | twitter | rss