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| Governador teve a dose do remédio contra depressão dobrada e passa a tomar nesta quarta remédio para controlar a pressão alta | ||||||||||||
O governador afastado e preso do Distrito Federal, José Roberto Arruda (sem partido), passou nesta quarta-feira (10) por uma bateria de exames solicitados por seu médico particular, Brasil Caiado, para identificar possíveis alterações em seu estado de saúde. Segundo Caiado, apesar de o diagnóstico de Arruda só ser possível após a avaliação dos resultados, o governador teve a dose do remédio contra depressão dobrada e também passa a tomar na tarde desta quarta remédio para controlar a pressão alta. O primeiro eletrocardiograma identificou uma arritmia nos batimentos cardíacos, mas Caiado afirmou que a impressão é de que é um quadro benigno. Nesta quinta-feira (11), o governador preso receberá um aparelho para monitorar 24 horas seus batimentos cardíacos. O médico voltou a descartar a necessidade de uma internação imediata para o governador em um hospital. Além do eletrocardiograma, Arruda fez exames de urina e sangue. "Ele fez um exame bem geral, ele fez exame para olhar especificamente a glicose e a média da glicose dos últimos dois meses, fez exame da função renal, da função linfática, fez exames para avaliação do pâncreas e ácido úrico e mais um exame de urina. Mas, repito que é mais prudente esperar, avaliar depois para saber se precisa de mais exames", disse. Segundo o médico, os resultados são esperados para esta quinta-feira. "A gente está querendo fechar o conjunto das doenças, e associações de diabetes com hipertensão arterial, o pós-operatório, com a depressão que foi avaliada, para depois ter mais elementos para decidir. É mais prudente", disse. Caiado disse ainda que o tornozelo direito de Arruda, que foi operado em novembro, está menos inchado. Por causa das dores nas pernas, Arruda foi levado na segunda-feira para realizar exames em um hospital, que descartou a suspeita de trombose (formação de um coágulo de sangue). Pela manhã, a PF havia informado que Arruda não realizaria os exames de urina e de sangue por ter se recusado a fazer jejum. As informações são da Folha Online. |
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